Muitas empresas ainda executam integrações críticas em Neo. Algumas funcionam bem, mas foram construídas em momentos diferentes, por equipes diferentes e com documentação irregular. O risco nem sempre está visível no próprio iFlow: pode estar em uma dependência, adapter, destination, parâmetro externalizado ou diferença entre ambientes.
Um readiness sério não promete migração automática. Seu valor está em transformar o landscape CPI em evidência: inventário, diferenças, dependências e tarefas que tornam o planejamento menos frágil.
1. Inventário antes da estimativa
Antes de estimar o esforço de migração, é preciso saber quantos pacotes e iFlows existem, quais estão ativos, quais interfaces são críticas e quais ambientes devem ser comparados. Sem inventário, todo plano começa com dívida invisível.
2. Comparar ambientes, não apenas contar iFlows
DEV, QA, UAT e PROD podem ter um iFlow com o mesmo nome e ainda se comportar de forma diferente. Versões, endpoints, parâmetros, certificados, mappings ou status de deploy podem mudar o risco.
3. Revisar dependências BTP com evidência
Em um cenário Neo to Cloud Foundry, sinais como conectividade, destinations, Cloud Connector, Partner Directory, Integration Advisor, adapters e recursos internos importam. O objetivo não é listar tecnologia; é identificar o que pode afetar compatibilidade, governo ou esforço de transição.
4. O modo offline também gera valor
Quando o cliente não pode dar acesso direto ao tenant, exports ZIP podem apoiar a revisão de artefatos, estrutura, recursos e configuração disponível. A limitação deve ser explícita: a análise offline depende da evidência exportada e não substitui observabilidade runtime completa.
5. O resultado deve ser um roadmap
Um bom readiness separa achados por severidade, impacto e ação recomendada. Isso ajuda arquitetura, PMO e equipes SAP a decidir o que corrigir primeiro, o que monitorar, o que documentar e o que deixar fora do escopo inicial.
| Pergunta | Por que importa |
|---|---|
| Quais iFlows existem por ambiente? | Define o escopo real e evita estimativas frágeis. |
| DEV, QA e PROD diferem? | Reduz surpresas durante go-live ou transição. |
| O que depende de Neo ou BTP? | Ajuda a priorizar compatibilidade e tarefas técnicas. |
Precisa revisar o readiness CPI?
Picasso CPI Governance Assessment pode iniciar com acesso controlado, exports ZIP ou modelo misto para documentar riscos, diferenças e próximos passos antes da migração.
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